quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A incerteza das minhas certezas

Quanto mais conheço o mundo,
Mais pequena me sinto,
Reconheço em mim muito a ser feito,
A ser melhorado,
Me sinto perdida na grandeza deste mundo.
Vejo que minhas certezas,
Já não são tão certas assim,
E que meus pré-conceitos sobre as pessoas,
Sobre determinadas situações,
Eram bem preconceituosos mesmo;
E que o que serei futuramente,
Depende única e exclusivamente de mim,

E do que faço com meu tempo e minha vida!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Resposta Diálogos intermitentes

Sim, todos temos a estranha mania de falar sozinho.

Como se fosse meio que como um modo de fugir da solidão,
conversar com nós mesmos,
abominável esta ao coração humano.

Nós inventamos um "outro" imaginável,
pra que assim não sejamos vistos como loucos.

Somos tão vis, não nos bastamos em nossa pequenez.

E o mundo a nossa volta, clama por barulho:
o corre-corre dos automóveis;
construções que não param;
a chuva batendo nos tetos.

E nós nos acostumamos com esse mundo insano.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Grandes artistas
lançam sua sorte ao vento
e se contentam as vezes com tão pouco,
para se fazerem de ciganos levando sua arte
para qualquer lugar
sem destino certo e nem data de chegada ou partida,
mas felizes por subir ao palco e ouvir
o agradável som de risos e aplausos
que é a forma mais bela e simples da platéia expressar a alegria em estar ali!
Bem ou mal, os verdadeiros artistas, acabam fazendo de suas vidas um livro aberto para qualquer um que tiver interesse em ler!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Saindo de Sacramento,
Deixando a saudade pra trás,
Daquela cidade pequena
Que tanto bem me faz.
Rumo ao sul do país,
Pra buscar o que me deixa feliz.

Primeiro chegando em São Paulo,
Fui ao bairro da Liberdade,
E vi naquele povo muita cumplicidade.
Já em Ortigueira,
Que surgiu com Marcílio Rodrigues de Almeira,
Cidade sem bandeira.
Senti um enorme vazio,
Naquele lugarejo frio.

Estar em Curitiba,
Me trouxe uma forte lembrança da minha terra,
No Alto-Paranaíba.
Agora em Tubarão,
que recebeu esse nome por um cacique que habitava a região,
cidade de grande população,
povo de muita educação.

E no final de toda essa rota,
terminamos em Pelotas,
longa viagem que acabou com as nossas cotas.
Agora vou terminando essa nota.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O fantástico mundo dos sonhos



E com meu passaporte, passagem e malas à mão atravessei um corredor. Sentei-me na poltrona indicada pelo cartão de embarque e aguardei até que o avião decolasse, com um certo friozinho na barriga. Dormi a noite toda e somente percebi que as horas tinham passado quando a luz do dia atravessou minha pequena janela. E foi lindo acordar sobrevoando a bela praia de Miami. No pouso, a ansiedade em entrar logo no aeroporto para ouvir uma língua distinta e bem depressa ir para Orlando. Chegando em Orlando, atravessando as portas, pude ver o movimento das ruas que não é nada diferente daqui. Mas pouco tempo me deram para observar, pois logo despachamos a mala e entramos no ônibus para irmos para o hotel. Aquela alegria que tomava conta de todos em atravessar o portal que nos dizia “Bem vindos a Walt Disney World’s”, este nos separava de um mudo real a um mundo mágico, que realiza toda as suas fantasias. Chegar no hotel e se deparar com algo “irreal” como enormes capacetes decorando um imenso pátio; bolas de baseball na parede e comer em um refeitório onde mesas e paredes são decoradas com cenas de jogos foi emocionante. Nada mais digno do que muitos flashs. A rotina de acordar bem cedo, nas férias, nos desanimava um pouco, mas ir tomar café da manhã e ver pessoas diferentes, conversando em outras línguas nos chamava bastante atenção. Na porta do hotel aguardávamos ansiosamente o ônibus que nos levaria para os parques, era muito divertido pela manhã a animação do pessoal, cantando músicas ou dando “gritos de guerra”. Ver nos parques construções que pareciam tão reais, castelos e personagens que fizeram parte da minha infância me emocionou. Ás vezes era difícil acreditar que realmente estávamos ali. Outros passeios nos deram certa adrenalina, como torres e montanhas-russas. Após tanta correria nos parques, embaixo de um sol escaldante, comida ruim... nada melhor que uma comidinha brasileira; uma saída pra balada de limousine (como me diverti – dancei tanto!) e finalmente compras. Era bom entrar nas lojas e conseguir conversar com as vendedoras, ter naquele momento a sensação de independência. Caminhar por Downtown Disney, comendo deliciosos chocolates, vendo americanos na tentativa de conseguir dançar e perceber as diferenças de costumes foi realmente muito legal. Entre os momentos de diversão, bateu saudade, houve choros e vontade de vir embora mas isso foi momentâneo. E não foi fácil dividir o quarto com pessoas não tão próximas, respeitar meu limite e o espaço do outro. Como é complicado descrever com palavras a beleza, perfeição e a preparação de tudo. Depois de bons momentos, era a hora de arrumar a mala para voltarmos e a expectativa voltou, era vontade de ver pessoas que tanto amo, mostrar fotos que registraram o que fizemos e abrir a mala para mostra o que comprei e distribuir os presentes. Abraçar todos, chorar de alegria, saudade foi bom e os momentos nunca irão sair da memória... Adeus, Orlando, Adeus!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O tempo não pára
para que você organize sua vida,
suas coisas..
ele anda cada vez mais rápido,
é preciso que você corra
para acompanhá-lo,
ou se não ele te deixa para trás.